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GUPPY

guppy

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GUPPY

 (Poecilia reticulata)
Características : o guppy, também conhecido como lebiste ou barrigudinho, é um dos peixes mais populares nos aquários. O nome Guppy é na verdade o sobrenome de Robert J.L Guppy que foi homenageado pelo naturalista inglês Guenther, que recebeu de Robert os primeiros peixes coletados na América Central no ano de 1860. Já o nome popular Lebiste deriva do gênero Lebistes ao qual pertencia. Pertence a família dos Poecilidae (Poecilídeos) da qual também fazem parte Molinésias, Platys e Espadas. Os machos são menores, multicoloridos, também mais coloridos do que as fêmeas. A sua fama vem principalmente das suas barbatanas caudais, enormes em relação ao tamanho do corpo, que podem possuir vários padrões e diversas e espetaculares cores. As barbatanas das fêmeas não são, proporcionalmente falando, tão grandes nem tão atraentes como as dos machos. São peixes resistentes e muito ágeis.  Os machos alcançam 30 mm e as fêmeas 60 mm.  A nadadeira caudal do macho costuma ser do mesmo tamanho do corpo. As fêmeas apresentam colorido somente no pendúculo caudal e nadadeiras. Os machos apresentam gonopódio, uma estrutura semelhante a um pequeno tubo localizada na região ventral. Esta estrutura possibilita a transferência dos gametas masculinos para dentro da fêmea, possibilitando a fecundação interna. Já as fêmeas apresentam uma mancha na parte ventral, próxima a cauda, que se torna mais escura quando os ovos começam a se desenvolver. Quando os filhotes estão a ponto de nascer esta mancha torna-se mais baixa, a fêmea apresenta-se muito barriguda e com a respiração ofegante
Origem : América do Sul (Bacia Amazônica)
Habitat : estuários
Hábitos - muito ativo, extremamente pacifico, nado lento.
Temperatura ideal : 22 a 28º C
pH : 7,2
Alimentação : onívoro, larvas de mosquito, drosófilas, zooplâncton, microvermes e minhocas. Devido ao seu hábito voraz de se alimentar com larvas de insetos, os Lebistes são utilizados em países do Oriente como ferramenta de controle biológico. Já foram utilizados também no Brasil, na década de 30, para combater os transmissores da malária e da febre amarela. São também utilizados em laboratórios, nos experimentos ecotoxicológicos, genéticos, comportamentais e reprodutivos.
Reprodução : vivíparo. As fêmeas dão cria de 2 em 2 meses. Apresenta alta taxa reprodutiva. O macho procura a fêmea a todo o momento. Após o acasalamento, a fêmea começa a ficar barriguda e após 40 dias no máximo ela “dará a luz”, de 50 a 80 filhotes que já estarão aptos a nadar e a se alimentar horas depois de nascidos. Os pais não cuidam dos filhotes após o nascimento. Nos primeiros, os filhotes se refugiam, escondendo-se dos próprios pais entre a vegetação aquática dias, já que estes podem tentar atacar sua cria. Na terceira a quarta semana já se pode distinguir  os machos das  fêmeas pela coloração em seu corpo e cauda. Aos dois meses de idade já é possível a diferenciação de machos e fêmeas, que estão prontos para a reprodução. Uma característica bastante interessante  é  a  capacidade  que  as  fêmeas  têm de armazenar o esperma dos machos por um longo período, podendo ter mais de 3 gestações seguidas sem a presença do macho para nova fecundação.
Predadores naturais : peixes maiores, anfíbios, répteis, insetos aquáticos e os próprios pais podem atacar os alevinos.
Ameaças : poluição e destruição do habitat. É um peixe muito vulnerável ao ataque de outros peixes, mesmo  que pequenos ou de menor porte, devido à lentidão de seus movimentos e à cauda grande.
Fonte: www.vivaterra.org.br

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